I’m free!

Dizem que cabelo é o cartão de visitas de uma pessoa (ou os dentes?). Particularmente acho que cabelo bem tratado é sinônimo de beleza. Não conheço ninguém que consiga ficar feio com o cabelo bonito − raras exceções, certamente. Quem me conhece sabe que é meu ponto fraco.

Gosto de ter cabelo comprido. Acho mais feminino, inclusive. No entanto já me arrisquei algumas vezes e meti (cruzes!) a tesoura. Todo mundo chocado, coisa e tal, mas no final das contas era sempre um bom resultado.

Hoje estou num dilema… Numa situação inusitada, melhor dizendo. Esse calor de 50° proporcionou um ato de loucura: sem a menor pena, fui ao salão e mandei meter (cruzes!) a tesoura. Vai com força! E foi. Não virei um “Joãozinho”, mas nunca tive um cabelo tão curto na vida. Vocês estão achando esse papo mulherzinha demais? Mas vou dizer uma coisa bem bacana: tô me sentindo LIBERTA. Sabe Jerry Maguire? (a sensação, não o cabelo, hein?)

Sempre achei que mulheres, à medida que ficam mais velhas, cortassem o cabelo para que parecessem mais novas. Lembre da sua mãe, tias etc. Todas de cabelo curto. Então, na minha visão, cortar o cabelo, por ser característico de mulheres mais velhas, fatalmente envelhecia. E mais: notem que o cabelo também envelhece junto com você. Se você acha que sua pele não é mais a mesma, note que seu cabelo também não. Ele não fica só branco…ele vai ficando realmente sem vida! Mas também… não dá pra imaginar a mulher lá toda muxibenta com cabelo de comercial de shampoo.

Tenho me sentido ótima, e nunca foi tão fácil tratar o cabelo. Aliás, acho que toda loira deveria ter direito a uma cesta básica ou um auxílio família…enfim, alguma ajuda do governo, porque manter esses fios dourados de forma que não pareçam palha de corno (sim, porque é diferente) só temos duas opções: gastar toda nossa fortuna no salão (mercenários!) ou voltar para o calçadão.

Provavelmente deixarei meu cabelo crescer de novo, não tem jeito… mas, o importante disso tudo não é o corte, se envelhece ou não. É estar sempre disposta a inovar e ser bonita de forma diferente. Já fui ruiva, e já tive o cabelo pretíssimo. Já usei liso e já usei enrolado. Talvez hoje, olhando fotos antigas, eu chegue a achar ridículo, mas na época era a forma que eu mais me sentia bem.

Acho que todo mundo deveria tentar mudar, principalmente o cabelo… é sempre, assim, libertador.

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7 comentários em “I’m free!

  1. Ainda não cortei porque não tive tempo de parar nada antes do carnaval. Inventei de fazer um “baile” animadáço na minha casa. Pras crianças. Estou um caco, mas feliz.

    Mas amanhã entraremos na tesoura. Eu e pequeno Baby.

  2. Eu também quase sempre tive cabelo grande, além de um certo apego com ele – culpa da minha mãe que sempre cultivou a ideia de quem menina bonita tem cabelos grandes.

    Uns cinco anos atrás, cortei bem curto (não Joãosinho!) e depois disso constastei que ‘cabelo cresce sim’.
    Daí pra cá sempre que dá vontade eu vou lá e corto MESMO.

    O mais legal é que minha mãe passou a achar bonito cabelos mais curtos também.

    P.S: Além da sensação de liberdade, cabelo curto é bem mais econômico.

  3. Hummmmmmm

    Tudo bem que eu estava com vontade de meter a tesoura no meu.
    Tudo bem que estava adiando pra fazer um lance bacana no carnaval.
    Tudo bem que estou sem grana este mês.
    Tudo bem que cabelo curto no carnaval combina mais né?
    Tudo bem que depois do teu post não tenho alternativa.

    Agradeço?

    SIIIIIMMMMMMM
    Obrigada.

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